Tenho percebido que, actualmente, uma grande preocupação de muitas mães que vão ter o segundo filho, é o facto de irem passar algumas noites longe do filho mais velho, porque acham que será difícil para a criança, acredito que seja uma preocupação para algumas mães.
Mas isto não me acontece.
Apesar de saber que o meu filho gosta de mim, também sei que é muito independente (para bem e para mal), e o difícil, na altura da ida para a maternidade, vai ser fazê-lo entender que os dias que ele vai dormir fora de casa (se assim tiver que ser) será a excepção e não a regra. Para ele dormir fora de casa é um hábito quase semanal em casa do tio e dos avós, não por nosso querer ou necessidade, mas porque ele pede e os avós também não se fazem de rogados. Também já dormiu em casa das "tias" e o complicado é convencê-lo que não é algo para todos os dias, sendo que dia sim, dia sim pergunta se pode lá ir dormir.
Sabe que as regras e as brincadeiras são outras e penso cá para mim, que se os dias fora de casa e sem a mãe se alargassem, eventualmente pediría para vir para casa com o pai e a mãe (espero eu)!
Um cantinho, escondido mas à vista de todos, para ser eu: mulher, mãe, filha, amiga. Um cantinho de opiniões, historias, crónicas, pensamentos.
sábado, 17 de setembro de 2016
quinta-feira, 8 de setembro de 2016
Primeiro dia. . .
Ando com o coração nas mãos, pois o meu anjinho começou ontem numa escola nova depois de ter estado 3 anos no mesmo lugar, mudando de salas, educadoras, instalações mas sempre com os mesmos colegas e auxiliares.
Sou uma pessoa ansiosa e andava muito preocupada com esta mudança apesar de saber que ele é uma criança muito sociável, o receio de que ele não aceitasse bem era muito grande.
Mas nenhum dos meus receios se confirmou, e espero que assim continúe.
A semana passada fomos conhecer, as instalações, educadora e condições para a entrada dele, antes de ontem fizemos os últimos arranjos e em ambas ocasiões foi conosco e lhe fizemos saber que aquela era a nova escola, no dia que fomos conhecer, mostrou-se entusiasmado, mas a segunda vez que fomos e desde há uns dias que dizia não querer ir para lá.
Ontem manteve a posição de não querer ir, mas não fez grandes birras. Quando lá chegámos começou a querer choramingar e que não queria lá ficar, fomos insistindo enquanto a educadora recebia na porta da sala outra criança algo renitente em lá ficar, o pai sugeriu levar uma coisa boa (doce) quando o fossemos buscar, se ficasse bem, ao mesmo tempo que lhe mostrávamos desde a porta da sala que havia lá brinquedos e outras crianças como ele, acabou por entrar, dar uma rápida vista de olhos, voltar até nós, dar um beijinho a cada um e voltar a entrar sem olhar para trás, enquanto falávamos com a educadora, não voltou a olhar para nós e a última vez que o vi estava a sentar-se numa mesa enquanto falava com uma menina.
Saí contente, mas com a mesma ansiedade, sobre como iria correr o dia.
Correu muito bem, tanto do ponto de vista dele como da auxiliar que lá estava quando o fomos buscar; veio a correr na nossa direcção quando nos viu com um grande sorriso não só por nos ver, mas também por ter tido um bom dia.
Hoje o ficar foi um bocadinho mais difícil, mas mesmo assim não chorou, espero que assim continúe.
Deixar o meu filho onde quer que seja quando ele não quer e fica a chorar é das coisas mais difíceis que já tive que fazer na minha vida e a idade dele não muda o aperto na garganta.
Sou uma pessoa ansiosa e andava muito preocupada com esta mudança apesar de saber que ele é uma criança muito sociável, o receio de que ele não aceitasse bem era muito grande.
Mas nenhum dos meus receios se confirmou, e espero que assim continúe.
A semana passada fomos conhecer, as instalações, educadora e condições para a entrada dele, antes de ontem fizemos os últimos arranjos e em ambas ocasiões foi conosco e lhe fizemos saber que aquela era a nova escola, no dia que fomos conhecer, mostrou-se entusiasmado, mas a segunda vez que fomos e desde há uns dias que dizia não querer ir para lá.
Ontem manteve a posição de não querer ir, mas não fez grandes birras. Quando lá chegámos começou a querer choramingar e que não queria lá ficar, fomos insistindo enquanto a educadora recebia na porta da sala outra criança algo renitente em lá ficar, o pai sugeriu levar uma coisa boa (doce) quando o fossemos buscar, se ficasse bem, ao mesmo tempo que lhe mostrávamos desde a porta da sala que havia lá brinquedos e outras crianças como ele, acabou por entrar, dar uma rápida vista de olhos, voltar até nós, dar um beijinho a cada um e voltar a entrar sem olhar para trás, enquanto falávamos com a educadora, não voltou a olhar para nós e a última vez que o vi estava a sentar-se numa mesa enquanto falava com uma menina.
Saí contente, mas com a mesma ansiedade, sobre como iria correr o dia.
Correu muito bem, tanto do ponto de vista dele como da auxiliar que lá estava quando o fomos buscar; veio a correr na nossa direcção quando nos viu com um grande sorriso não só por nos ver, mas também por ter tido um bom dia.
Hoje o ficar foi um bocadinho mais difícil, mas mesmo assim não chorou, espero que assim continúe.
Deixar o meu filho onde quer que seja quando ele não quer e fica a chorar é das coisas mais difíceis que já tive que fazer na minha vida e a idade dele não muda o aperto na garganta.
quarta-feira, 31 de agosto de 2016
Gravidez não é doença.
Mas também não é fácil.
Não gosto dessa frase, por muito verdade que seja!
Não é doença, mas as nossas condições fisicas e mentais não são as mesmas.
Não é doença, mas é uma grande responsabilidade.
Não é doença, mas o cansaço chega mais rápido.
Não é doença, mas tem dores associadas.
Não é doença e há quem passe por ela, como o Usain Bolt por uma pista de corrida, mas para muitas outras é uma altura dificil, com dores, edemas, mal-estar geral, cansaço e sono constante, restrições na alimentação, miomas e quistos, e tanta coisa mais.
Nem todas as gravidezes são iguais, mas menosprezar o mal de algumas porque nem todas passam por isso é uma enorme falta de respeito.
Não gosto dessa frase, por muito verdade que seja!
Não é doença, mas as nossas condições fisicas e mentais não são as mesmas.
Não é doença, mas é uma grande responsabilidade.
Não é doença, mas o cansaço chega mais rápido.
Não é doença, mas tem dores associadas.
Não é doença e há quem passe por ela, como o Usain Bolt por uma pista de corrida, mas para muitas outras é uma altura dificil, com dores, edemas, mal-estar geral, cansaço e sono constante, restrições na alimentação, miomas e quistos, e tanta coisa mais.
Nem todas as gravidezes são iguais, mas menosprezar o mal de algumas porque nem todas passam por isso é uma enorme falta de respeito.
segunda-feira, 15 de agosto de 2016
Como é que o bebé foi parar à barriga da mãe?
Pergunta muito temida pela maioria dos pais de crianças pequenas.
O meu anjinho está a superar as minhas expectativas no que se refere à sua reação à vinda de um novo inquilino lá para casa.
Adora a minha barriga em crescimento, tem cuidado para não magoar o bebé, faz festinhas e dá beijinhos.
Mas ainda não mostrou curiosidade em como lá foi parar ou porque é que é lá que está a crescer, como se fosse algo tão natural, que não necesita ser perguntado. A sua duvida é, como é que vai sair!
Perguntou se era pelo umbigo, respondi com toda a honestidade que ele merece, pois não é parvo (como alguns adultos parecem pensar que as crianças são), mas a honestidade não me correu bem, e mostrou-se extremamente curioso em como é que vai sair por ali. Já lhe expliquei que é uma parte do corpo muito privada de cada um, e assim como não deve deixar que toquem nele, também não deve tocar nos outros, acho que entendeu, ou pelo menos não voltou a mencionar o assunto.
Não sou apologista de mentir ou tratar as crianças como parvos.
Não sou perfeita e já em algumas ocasiões lhe disse coisas que não são verdade, como que o meu telemóvel não tem bateria para não começar uma birra, ou que a sopa dele é muito boa, quando em realidade eu não a comería! Mas tratar as crianças como seres sem inteligencia dizendo coisas que não estão nem perto da verdade (nunca seria capaz de dizer ao meu filho que os bebés vêm com as cegonhas) isso não acho bem, e é no minimo insultar as capacidades das crianças, explicar as coisas como elas são mas de forma a que possam ser compreendidas por eles.
Obviamente que não tenho a resposta certa para tudo, e encontrar a melhor forma de explicar algumas coisas não é fácil, mas acho que o melhor caminho é tratá-los sempre como pessoas inteligentes.
O meu anjinho está a superar as minhas expectativas no que se refere à sua reação à vinda de um novo inquilino lá para casa.
Adora a minha barriga em crescimento, tem cuidado para não magoar o bebé, faz festinhas e dá beijinhos.
Mas ainda não mostrou curiosidade em como lá foi parar ou porque é que é lá que está a crescer, como se fosse algo tão natural, que não necesita ser perguntado. A sua duvida é, como é que vai sair!
Perguntou se era pelo umbigo, respondi com toda a honestidade que ele merece, pois não é parvo (como alguns adultos parecem pensar que as crianças são), mas a honestidade não me correu bem, e mostrou-se extremamente curioso em como é que vai sair por ali. Já lhe expliquei que é uma parte do corpo muito privada de cada um, e assim como não deve deixar que toquem nele, também não deve tocar nos outros, acho que entendeu, ou pelo menos não voltou a mencionar o assunto.
Não sou apologista de mentir ou tratar as crianças como parvos.
Não sou perfeita e já em algumas ocasiões lhe disse coisas que não são verdade, como que o meu telemóvel não tem bateria para não começar uma birra, ou que a sopa dele é muito boa, quando em realidade eu não a comería! Mas tratar as crianças como seres sem inteligencia dizendo coisas que não estão nem perto da verdade (nunca seria capaz de dizer ao meu filho que os bebés vêm com as cegonhas) isso não acho bem, e é no minimo insultar as capacidades das crianças, explicar as coisas como elas são mas de forma a que possam ser compreendidas por eles.
Obviamente que não tenho a resposta certa para tudo, e encontrar a melhor forma de explicar algumas coisas não é fácil, mas acho que o melhor caminho é tratá-los sempre como pessoas inteligentes.
quarta-feira, 3 de agosto de 2016
A incessante procura . . .
. . . de casa!
Há pouco mais de 1 ano que ando à procura de casa. Pode parecer mentira, mas é isso mesmo. No entanto, durante o primeiro ano, até Abril deste ano, a procura não era diária. Íamos procurando, sem pressas, por 3 vezes nos inscrevemos num concurso para arrendar umas casas da câmara em muito boas condições (completamente renovadas) e por valores bem amigáveis, mas sem sorte.
Desde Abril e por motivos óbvios, sendo que a nossa casa (alugada) actual é muito pequena, é numas águas furtadas e no verão parece (mesmo) um forno, e por ultimo o teto do nosso quarto parece um "céu estrelado" de bolor (motivo principal para a minha pressa), temos feito uma procura online, mais exaustiva.
Devo admitir que tanto eu como o meu marido somos um tanto ou quanto picuinhas, mas também não é para tanto, a verdade é que temos tido mesmo muito azar, tanto, que as ultimas 3 casas que tínhamos agendado para ir ver, por diversos motivos, deixaram de estar disponíveis, começo a ter vontade de arrancar os cabelos!
E aproveito para insultar publicamente todos os comerciais das imobiliárias, são todos adeptos de um nível de desrespeito e má educação que nem dá para acreditar.
No caso de haver por aí alguém com uma casa para alugar, o que preciso é de: um T2 (com no mínimo 60 mt2), que não passe do 2º andar (com ou sem elevador), em boas condições principalmente na cozinha e casa de banho (não gosto das antigas e/ou com sinais óbvios de muito uso), com despensa, e que permita animais, neste caso gatos. O que tem dificultado principalmente a procura, é a localização e os valores, pois mais de 500€ está completamente fora do nosso alcance (e mesmo assim já é muito), e tem que estar perto do metro (5 a 10 minutos a pé).
Não me parece que esteja a pedir muito, ou estou?
quarta-feira, 27 de julho de 2016
Hipocrisia
Quando eram os brancos a matar africanos e asiáticos, lá na terra deles, e não aparecia nas televisões, jornais e redes sociais, o mundo era um lugar lindo e maravilhoso.
Agora que uns poucos loucos (de todas as cores e raças) vieram perturbar a bolha em que viviam os países ocidentais (supostamente) desenvolvidos, o mundo é um lugar assustador e perigoso.
Digo, e não me canso de o fazer, esta sociedade dos países ocidentais é realmente muito hipócrita.
Não quero com isto (de maneira nenhuma) tirar importância e ver todo e qualquer ataque como algo banal, quero apenas fazer ver que o mundo continua e sempre foi violento, a diferença agora é que quem morre ou vê morrer somos todos e não só alguns.
A solução não passa pela violência, matar estes ou aqueles não vai acabar com a podridão a que o ser humano em geral chegou, a única solução é (seria, numa utopia) mudar mentalidades, o qual infelizmente não vejo que vá acontecer.
E pela andança que leva a carroça (com o Trump a dizer o que vai na mente de muitos idiotas), acho que já ninguém a segura.
Violência só, e unicamente, gera violência . . .
Agora que uns poucos loucos (de todas as cores e raças) vieram perturbar a bolha em que viviam os países ocidentais (supostamente) desenvolvidos, o mundo é um lugar assustador e perigoso.
Digo, e não me canso de o fazer, esta sociedade dos países ocidentais é realmente muito hipócrita.
Não quero com isto (de maneira nenhuma) tirar importância e ver todo e qualquer ataque como algo banal, quero apenas fazer ver que o mundo continua e sempre foi violento, a diferença agora é que quem morre ou vê morrer somos todos e não só alguns.
A solução não passa pela violência, matar estes ou aqueles não vai acabar com a podridão a que o ser humano em geral chegou, a única solução é (seria, numa utopia) mudar mentalidades, o qual infelizmente não vejo que vá acontecer.
E pela andança que leva a carroça (com o Trump a dizer o que vai na mente de muitos idiotas), acho que já ninguém a segura.
Violência só, e unicamente, gera violência . . .
sexta-feira, 22 de julho de 2016
Bravida
Já normalmente sou uma pessoa fácil de irritar, e com um mau humor à flor da pele. Mas nesta gravidez tem sido difícil de controlar e até um "estás bem?", ou "está tudo a correr bem?" com o olhar a desviar-se para a minha zona abdominal me da vontade de responder: "não estou doente, porque é que não haveria de estar bem!" ou "queres que te responda só "sim, estou bem" ou preferes a descrição detalhada de todos os males que me afectam".
Tudo me irrita, mas claro que há coisas que o fazem mais que outras, entre elas a clara intenção, em alguns casos a acção mesmo, de algumas pessoas de tocar em mim (e não me refiro ao braço ou ombro, mais comum quando cumprimentamos alguém), como se o meu corpo já não fosse meu!! O facto de ter um ser a crescer dentro de mim, não dá o direito a absolutamente ninguém (tirando o meu filho e o meu marido) de me tocar, pois continuo a ser a mesma pessoa que há uns meses não estava grávida, eu não ando por aí a esfregar a barriga aos outros (a menos que me digam que vai de lá sair um génio), se não é aceitável tocar nos outros só porque nos apetece, muito menos numa grávida, uma que se chateia com muita facilidade! A menos claro que eu diga explicitamente que o podem fazer.
Sigo um blog do qual gosto muito, e como já referi outras vezes não tenho que concordar com tudo o que a pessoa diz para gostar e seguir um blog. É de uma escritora portuguesa que se chama Filipa Fonseca Silva (podem conhecer o blog aqui), que ouvi falar há uns tempos quando lançou o seu mais recente livro: "Coisas que uma Mãe Descobre (e de que ninguém fala)" , o qual causou uma certa polemica, pois muitas defensoras e fundamentalistas da maternidade não acharam suficientemente "maternal", o livro. No meu caso apesar de (novamente) não concordar com tudo, entendi a intenção cómica, e gostei da abordagem menos séria de alguns temas, mas não comprei o livro na altura, apenas comecei a seguir o blog. Mantive a intenção de comprar, e quando descobri esta gravidez decidi fazê-lo, e devo dizer que gostei muito e me ajudou a ver as coisas com mais calma, acho em todo caso que devia ser lido por mais homens.
Num dos capítulos a escritora divide as grávidas por tipos, e apesar de não me incluir num só, penso que estou mais enquadrada no que ela chama de bravidas, isto é, grávidas que andam chateadas com o mundo.
Para as pessoas (amigos ou família) de quem gosto (será que as pessoas de quem gosto, sabem que gosto delas?) e que vejo/falo "on a regular basis", não levem muito a sério alguma resposta torta. Qualquer outra pessoa, talvez seja melhor nem olharem para mim!
Tudo me irrita, mas claro que há coisas que o fazem mais que outras, entre elas a clara intenção, em alguns casos a acção mesmo, de algumas pessoas de tocar em mim (e não me refiro ao braço ou ombro, mais comum quando cumprimentamos alguém), como se o meu corpo já não fosse meu!! O facto de ter um ser a crescer dentro de mim, não dá o direito a absolutamente ninguém (tirando o meu filho e o meu marido) de me tocar, pois continuo a ser a mesma pessoa que há uns meses não estava grávida, eu não ando por aí a esfregar a barriga aos outros (a menos que me digam que vai de lá sair um génio), se não é aceitável tocar nos outros só porque nos apetece, muito menos numa grávida, uma que se chateia com muita facilidade! A menos claro que eu diga explicitamente que o podem fazer.
Sigo um blog do qual gosto muito, e como já referi outras vezes não tenho que concordar com tudo o que a pessoa diz para gostar e seguir um blog. É de uma escritora portuguesa que se chama Filipa Fonseca Silva (podem conhecer o blog aqui), que ouvi falar há uns tempos quando lançou o seu mais recente livro: "Coisas que uma Mãe Descobre (e de que ninguém fala)" , o qual causou uma certa polemica, pois muitas defensoras e fundamentalistas da maternidade não acharam suficientemente "maternal", o livro. No meu caso apesar de (novamente) não concordar com tudo, entendi a intenção cómica, e gostei da abordagem menos séria de alguns temas, mas não comprei o livro na altura, apenas comecei a seguir o blog. Mantive a intenção de comprar, e quando descobri esta gravidez decidi fazê-lo, e devo dizer que gostei muito e me ajudou a ver as coisas com mais calma, acho em todo caso que devia ser lido por mais homens.
Num dos capítulos a escritora divide as grávidas por tipos, e apesar de não me incluir num só, penso que estou mais enquadrada no que ela chama de bravidas, isto é, grávidas que andam chateadas com o mundo.
Para as pessoas (amigos ou família) de quem gosto (será que as pessoas de quem gosto, sabem que gosto delas?) e que vejo/falo "on a regular basis", não levem muito a sério alguma resposta torta. Qualquer outra pessoa, talvez seja melhor nem olharem para mim!
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