Em pleno inverno, naqueles meses de mais frio, com 17º anda toda a gente de casacos, cachecóis, gorros, botas e que tais.
No verão, os mesmos 17º e andam todos de calção, t-shirt e chinelos.
Não entendo, mas eu estou incluída nas pessoas que fazem isso. Será que inconscientemente, no verão, estamos programados para sentir calor, e no inverno, para sentir frio?
Ou no verão aguentamos o frio porque sabemos que a temperatura vai subir e no inverno o contrário?
Alguma outra teoria?
Um cantinho, escondido mas à vista de todos, para ser eu: mulher, mãe, filha, amiga. Um cantinho de opiniões, historias, crónicas, pensamentos.
quinta-feira, 21 de maio de 2015
sexta-feira, 15 de maio de 2015
Dia Internacional da Família
Hoje, 15 de Maio, é o dia Internacional da família, não que eu o festeje (só tive conhecimento dele hoje) nem que ache que a família é mais ou menos importante só por ter um dia.
Para mim a família é O mais importante, quando digo família quero dizer: pai, mãe, filhos, irmãos (em algumas família: tios e avós muito próximos). Mas esta definição de família é aquela que reside na mesma casa, essa família é muito importante é a família que educa, a que convivemos diariamente.
Do meu ponto de vista, o dinheiro é importante, pois põe comida na mesa e teto na cabeça (e umas quantas outras coisas, que até dão jeito)!
Mas a família é que educa e a presença de um pai e uma mãe, que educam, que dão mimo, que ralham, que dão o exemplo, não pode falhar.
Alguém que diz:
"Ah, eu tenho dois trabalhos, trabalho 10, 12, 14 horas para dar tudo aos meus filhos!"
Desculpem-me mas mais do que dar "tudo" (entenda-se coisas materiais) temos que dar tempo, dar atenção. O dinheiro e as coisas não educam uma criança.
Como é que um pai ou mãe pode ficar surpreendido das acções dos filhos que "educou" se nunca esteve o tempo suficiente com eles para os educar?
E não me venham com a treta que não há outra opção. Durante muito tempo a minha mãe era só ela para dois filhos, o dinheiro era coisa que raramente me passava pelas mãos e posso dizer que me faltaram muitas coisas, mas ela sempre esteve lá!
Além disso, é nas família mais pobres (de dinheiro) que tenho visto as pessoas mais educadas, e nas famílias com mais dinheiro que tenho visto as pessoas mais pobres (de educação)!
Feliz dia internacional da Família!
Para mim a família é O mais importante, quando digo família quero dizer: pai, mãe, filhos, irmãos (em algumas família: tios e avós muito próximos). Mas esta definição de família é aquela que reside na mesma casa, essa família é muito importante é a família que educa, a que convivemos diariamente.
Do meu ponto de vista, o dinheiro é importante, pois põe comida na mesa e teto na cabeça (e umas quantas outras coisas, que até dão jeito)!
Mas a família é que educa e a presença de um pai e uma mãe, que educam, que dão mimo, que ralham, que dão o exemplo, não pode falhar.
Alguém que diz:
"Ah, eu tenho dois trabalhos, trabalho 10, 12, 14 horas para dar tudo aos meus filhos!"
Desculpem-me mas mais do que dar "tudo" (entenda-se coisas materiais) temos que dar tempo, dar atenção. O dinheiro e as coisas não educam uma criança.
Como é que um pai ou mãe pode ficar surpreendido das acções dos filhos que "educou" se nunca esteve o tempo suficiente com eles para os educar?
E não me venham com a treta que não há outra opção. Durante muito tempo a minha mãe era só ela para dois filhos, o dinheiro era coisa que raramente me passava pelas mãos e posso dizer que me faltaram muitas coisas, mas ela sempre esteve lá!
Além disso, é nas família mais pobres (de dinheiro) que tenho visto as pessoas mais educadas, e nas famílias com mais dinheiro que tenho visto as pessoas mais pobres (de educação)!
Feliz dia internacional da Família!
quarta-feira, 13 de maio de 2015
(des)Acordo Ortográfico
Permitam-me lá perguntar quem é que está de acordo com este "acordo"?
E já agora se me permitem também, quem é que se lembrou de dizer que o idioma neste "acordo" é Português? É que a mim parece-me Brasileiro!
Se acharem bem, em vez de dizer: "canto" (no termo futbolístico) vou passar a dizer: "escanteio"! Que é bem mais engraçado.
É que uma coisa é tentar aproximar os povos e as maneiras de falar, e outra completamente diferente é esquecermos o Português como todos em Portugal o conhecemos e falamos, e passarmos a escrever Brasileiro, já que eles são mais, e provavelmente têm mais Poder e Dinheiro.
Até entenderia se todos falássemos igual e a maneira de escrever estivesse anticuada. Mas eu sempre disse EgiPto (e vou continuar a fazê-lo), assim como a palavra facto, porque de fatos eu não percebo muito, nem eu nem o meu marido os vestimos!!
Um dia destes vão dizer-me que afinal somos uma colónia do Brasil e que temos que falar como eles! (nada contra o Brasil, o seu povo, costumes e maneira de falar).
Porque a questão é mesmo essa, cada país tem os seus costumes, sotaques, maneirismos. A meu ver (como já iram notando, acredito piamente que o dinheiro faz "milagres" e "move montanhas") o único que este acordo irá trazer é dinheiro em alguns bolsos.
Se vamos perder a nossa identidade como povo, para isso que se comece a falar em Inglês e se torne o idioma oficial para facilitar o turismo e os negocios e todas as outras tretas!
E porque não gosto de Ultimatos, com a vossa licença vou continar a falar e escrever como deve de ser!
E já agora se me permitem também, quem é que se lembrou de dizer que o idioma neste "acordo" é Português? É que a mim parece-me Brasileiro!
Se acharem bem, em vez de dizer: "canto" (no termo futbolístico) vou passar a dizer: "escanteio"! Que é bem mais engraçado.
É que uma coisa é tentar aproximar os povos e as maneiras de falar, e outra completamente diferente é esquecermos o Português como todos em Portugal o conhecemos e falamos, e passarmos a escrever Brasileiro, já que eles são mais, e provavelmente têm mais Poder e Dinheiro.
Até entenderia se todos falássemos igual e a maneira de escrever estivesse anticuada. Mas eu sempre disse EgiPto (e vou continuar a fazê-lo), assim como a palavra facto, porque de fatos eu não percebo muito, nem eu nem o meu marido os vestimos!!
Um dia destes vão dizer-me que afinal somos uma colónia do Brasil e que temos que falar como eles! (nada contra o Brasil, o seu povo, costumes e maneira de falar).
Porque a questão é mesmo essa, cada país tem os seus costumes, sotaques, maneirismos. A meu ver (como já iram notando, acredito piamente que o dinheiro faz "milagres" e "move montanhas") o único que este acordo irá trazer é dinheiro em alguns bolsos.
Se vamos perder a nossa identidade como povo, para isso que se comece a falar em Inglês e se torne o idioma oficial para facilitar o turismo e os negocios e todas as outras tretas!
E porque não gosto de Ultimatos, com a vossa licença vou continar a falar e escrever como deve de ser!
sábado, 9 de maio de 2015
"There´s no such place as far away"
Para quem não sabe, este é o titulo de um livro que tenho desde muito pequena, escrito por Richard Bach, que também escreveu outros livros que gosto muito.
Mas este em específico, é o que penso e recordo mais vezes.
Talvez pela mensagem que dá, talvez porque a minha mãe está longe, talvez para poder pensar que afinal não estamos tão longe.
Quando estava a planear o meu casamento, uma das questões foi:
Quem iríamos convidar?
Mas só havia duas pessoas que eu realmente queria comigo na cerimónia de casamento: o meu irmão e a minha mãe.
Por diferentes motivos, nem um nem o outro poderiam estar presentes.
Gosto de pensar que de certa forma, tanto um como outro estavam comigo.
O meu anjinhos vai fazer 3 anos em Julho (Já?? Não pode ser!) e infelizmente a minha mãe ainda não o viu pessoalmente, é algo que me incomoda muito, especialmente porque a minha mãe perdeu um filho e sei que lhe faria bem partilhar um pouco com o neto, mas para meu desgosto a tele-transportação ainda não foi descoberta ou inventada, as viagens de avião são caras ainda mais para quem trabalha e tem que fazer uma viagem tão grande, gastar uma quantia dolorosa de dinheiro para depois acabar tudo em 2 ou 3 semanas.
Por isso este livro, acaba sempre por invadir o meu pensamento, naqueles dias em que as saudades apertam.
“Overcome space, and all we have left is Here. Overcome time, and all we have left is Now.
And in the middle of Here and Now, don’t you think that we might see each other once or twice?”
― Richard Bach, Jonathan Livingston Seagull
Mas este em específico, é o que penso e recordo mais vezes.
Talvez pela mensagem que dá, talvez porque a minha mãe está longe, talvez para poder pensar que afinal não estamos tão longe.
Quando estava a planear o meu casamento, uma das questões foi:
Quem iríamos convidar?
Mas só havia duas pessoas que eu realmente queria comigo na cerimónia de casamento: o meu irmão e a minha mãe.
Por diferentes motivos, nem um nem o outro poderiam estar presentes.
Gosto de pensar que de certa forma, tanto um como outro estavam comigo.
O meu anjinhos vai fazer 3 anos em Julho (Já?? Não pode ser!) e infelizmente a minha mãe ainda não o viu pessoalmente, é algo que me incomoda muito, especialmente porque a minha mãe perdeu um filho e sei que lhe faria bem partilhar um pouco com o neto, mas para meu desgosto a tele-transportação ainda não foi descoberta ou inventada, as viagens de avião são caras ainda mais para quem trabalha e tem que fazer uma viagem tão grande, gastar uma quantia dolorosa de dinheiro para depois acabar tudo em 2 ou 3 semanas.
Por isso este livro, acaba sempre por invadir o meu pensamento, naqueles dias em que as saudades apertam.
“Overcome space, and all we have left is Here. Overcome time, and all we have left is Now.
And in the middle of Here and Now, don’t you think that we might see each other once or twice?”
― Richard Bach, Jonathan Livingston Seagull
terça-feira, 5 de maio de 2015
A aventura de amamentar
Este é um daqueles temas em que as opiniões estão muito divididas.
Há quem ache que é fácil e maravilhoso, há quem tenha tido muitas dificuldades e desistiu, há quem tenha persistido apesar das dificuldades, há quem infelizmente nem tenha tentado. É bastante comum a opinião de que é importante, no entanto poucas são as que o consideram fundamental.
Como já disse antes, acho de uma grande importância, e considero que todas as mães deveriam pelo menos tentar, mas fazer um esforço real, e não só aquela tentativa de: "pelo menos não dirão que não tentei!"
Mas a minha opinião já a tinha dado (aqui), agora vou deixar o meu testemunho.
Tenho o peito muito pequeno, e ainda existe aquele mito de que "peito pequeno não tem leite", por isso quando engravidei tive receio de não ter suficiente, mas algumas semanas antes de dia previsto para o nascimento do meu filho, comecei a ter colostro, o que me deixou com esperança.
Na minha gravidez fui seguida unicamente pelo SNS (nunca fui mal tratada nem negligenciada, mas a informação, a menos que perguntemos, não é muita) e infelizmente ninguém me avisou ou informou praticamente nada acerca da amamentação.
Na altura do parto apesar de ter colostro o meu menino não vinha com muita fome e infelizmente também não vêm ensinados a mamar, eu como mãe de primeira viagem, apesar de ter lido algumas coisas e ter a ajuda (apressada) de uma que outra enfermeira, também não entendia muito do assunto.
Então no dia que se deu a subida do leite, foi o caos total!
O meu bebe, nesses primeiros dias mamava 5 minutos (se tanto) e adormecia, era difícil mantê-lo acordado, o peito estava cada vez mais cheio, mas como quase não havia saída de leite, ia acumulando e fazendo caroços, porque o meu menino não dava vazão. Tentei tirar algum com uma bomba, mas se saiam algumas gotinhas era com muito esforço, e ninguém me ajudava.
Por azar (ou sorte) o meu filho teve que ficar internado mais tempo do normal, por ter icterícia, eu fiquei também porque havia camas suficientes.
Foi uma sorte ter lá estado, houve uma noite que já estava desesperada, com a bomba não saia nada, o bebe não estava comigo por estar a fazer foto-terapia e quando estava comia muito pouco. Tinha o peito duro, quente, encaroçado e as dores no limite do suportável. Apareceu uma enfermeira por volta da meia-noite e viu o meu desespero e dor (choro com facilidade) e foi um anjo, porque não me deixou até que conseguimos entre as duas desencaroçar o peito, e ensinou-me como tinha que fazer se voltasse a acontecer o mesmo, não sei quantas horas esteve comigo, mas foi incansável, e apesar que não recordo o seu nome, lhe estou muito agradecida.
Depois em conversa com a minha médica de família percebi que estive quase a desenvolver uma mastite que na pior das hipóteses me teria levado a ter que secar o leite, ou tirar e deitar fora pelos antibióticos que teria de tomar.
No decorrer dos 5 meses e meio que dei peito em exclusivo ao meu filho tive dias bons e dias maus, e não dei os 6 meses recomendados pela OMS, porque entre os 4 e os 5 meses perdeu 30 gramas de peso (ficava tão desesperado quando nos via comer, que rejeitava o peito).
Para quem não sabe e não está preparado, não é fácil.
Mas eu sou das que acha que é sempre maravilhoso, por mais difícil que seja!
Acho lamentável que tanta gente continue a considerar o leite materno prescindível, a acreditar que existe "leite fraco", e que exista tão pouca ajuda e informação!
Há quem ache que é fácil e maravilhoso, há quem tenha tido muitas dificuldades e desistiu, há quem tenha persistido apesar das dificuldades, há quem infelizmente nem tenha tentado. É bastante comum a opinião de que é importante, no entanto poucas são as que o consideram fundamental.
Como já disse antes, acho de uma grande importância, e considero que todas as mães deveriam pelo menos tentar, mas fazer um esforço real, e não só aquela tentativa de: "pelo menos não dirão que não tentei!"
Mas a minha opinião já a tinha dado (aqui), agora vou deixar o meu testemunho.
Tenho o peito muito pequeno, e ainda existe aquele mito de que "peito pequeno não tem leite", por isso quando engravidei tive receio de não ter suficiente, mas algumas semanas antes de dia previsto para o nascimento do meu filho, comecei a ter colostro, o que me deixou com esperança.
Na minha gravidez fui seguida unicamente pelo SNS (nunca fui mal tratada nem negligenciada, mas a informação, a menos que perguntemos, não é muita) e infelizmente ninguém me avisou ou informou praticamente nada acerca da amamentação.
Na altura do parto apesar de ter colostro o meu menino não vinha com muita fome e infelizmente também não vêm ensinados a mamar, eu como mãe de primeira viagem, apesar de ter lido algumas coisas e ter a ajuda (apressada) de uma que outra enfermeira, também não entendia muito do assunto.
Então no dia que se deu a subida do leite, foi o caos total!
O meu bebe, nesses primeiros dias mamava 5 minutos (se tanto) e adormecia, era difícil mantê-lo acordado, o peito estava cada vez mais cheio, mas como quase não havia saída de leite, ia acumulando e fazendo caroços, porque o meu menino não dava vazão. Tentei tirar algum com uma bomba, mas se saiam algumas gotinhas era com muito esforço, e ninguém me ajudava.
Por azar (ou sorte) o meu filho teve que ficar internado mais tempo do normal, por ter icterícia, eu fiquei também porque havia camas suficientes.
Foi uma sorte ter lá estado, houve uma noite que já estava desesperada, com a bomba não saia nada, o bebe não estava comigo por estar a fazer foto-terapia e quando estava comia muito pouco. Tinha o peito duro, quente, encaroçado e as dores no limite do suportável. Apareceu uma enfermeira por volta da meia-noite e viu o meu desespero e dor (choro com facilidade) e foi um anjo, porque não me deixou até que conseguimos entre as duas desencaroçar o peito, e ensinou-me como tinha que fazer se voltasse a acontecer o mesmo, não sei quantas horas esteve comigo, mas foi incansável, e apesar que não recordo o seu nome, lhe estou muito agradecida.
Depois em conversa com a minha médica de família percebi que estive quase a desenvolver uma mastite que na pior das hipóteses me teria levado a ter que secar o leite, ou tirar e deitar fora pelos antibióticos que teria de tomar.
No decorrer dos 5 meses e meio que dei peito em exclusivo ao meu filho tive dias bons e dias maus, e não dei os 6 meses recomendados pela OMS, porque entre os 4 e os 5 meses perdeu 30 gramas de peso (ficava tão desesperado quando nos via comer, que rejeitava o peito).
Para quem não sabe e não está preparado, não é fácil.
Mas eu sou das que acha que é sempre maravilhoso, por mais difícil que seja!
Acho lamentável que tanta gente continue a considerar o leite materno prescindível, a acreditar que existe "leite fraco", e que exista tão pouca ajuda e informação!
quinta-feira, 30 de abril de 2015
Justo para quem?
Isto do aborto tem muito que se lhe diga, e regra geral é algo com o qual não concordo, mas também acho que cada mulher tem direito a escolher o que quer fazer (e viver com as consequências dessa escolha).
Mas o "regra geral" não abarca todas as situações, por isso existe a exceção (ou várias).
Este é um caso muito delicado mas é com certeza uma exceção, e acho que é quase impossível tomar uma decisão justa neste caso, será sempre injusto.
Falo do caso da menina de 12 anos gravida de 5 meses por violação.
Ao contrario do que muitos pensam o feto sente dor, e como tal merece ter direito à vida, mas uma criança (de 12 anos) não merece passar por um parto (ou cesariana) nem merece ter um filho que não pediu, seja que ela fique ou não com o bebe, vai sempre ter consciência que teve um filho com 12 anos, e vai ser sempre uma lembrança viva do que ela passou.
Mas infelizmente uma decisão tem que ser tomada, e neste caso será o menor de dois males.
Neste caso apesar de não concordar com o aborto, tenho que concordar com a decisão tomada (ver noticia aqui), mas não acho justo e é muito triste pensar que qualquer que fosse a decisão ambas crianças saíram a perder.
Mas o "regra geral" não abarca todas as situações, por isso existe a exceção (ou várias).
Este é um caso muito delicado mas é com certeza uma exceção, e acho que é quase impossível tomar uma decisão justa neste caso, será sempre injusto.
Falo do caso da menina de 12 anos gravida de 5 meses por violação.
Ao contrario do que muitos pensam o feto sente dor, e como tal merece ter direito à vida, mas uma criança (de 12 anos) não merece passar por um parto (ou cesariana) nem merece ter um filho que não pediu, seja que ela fique ou não com o bebe, vai sempre ter consciência que teve um filho com 12 anos, e vai ser sempre uma lembrança viva do que ela passou.
Mas infelizmente uma decisão tem que ser tomada, e neste caso será o menor de dois males.
Neste caso apesar de não concordar com o aborto, tenho que concordar com a decisão tomada (ver noticia aqui), mas não acho justo e é muito triste pensar que qualquer que fosse a decisão ambas crianças saíram a perder.
segunda-feira, 27 de abril de 2015
Coisas que não entendo!
O fanatismo, já seja por uma pessoa, um grupo, um clube, um partido, ou mesmo o religioso, é algo que não entendo, e como não entendo faz-me confusão.
No dia a dia, não penso muito no assunto, mas o fanatismo desportivo, nos chamados dias de "jogos importantes" é coisa que chega mesmo a irritar-me!
Não gosto do desporto de competição, e em competições que envolvem muito dinheiro, tenho sérias duvidas que este não dite os resultados.
E se há coisa que não gosto mesmo do fanatismo é o facto de cegar as pessoas de tal forma, que chega a ser ridículo. O que inevitavelmente pode levar a situações, como perder uma amizade, gastar uma quantia absurda de dinheiro (que às vezes era destinado a coisas mais importantes), ou perder o nascimento de um filho.
Festejar uma vitória ou chorar uma derrota como se se tratasse da vida pessoal, condicionar a vida de acordo aos jogos ou agenda desportiva de uma equipa, só porque apoiamos essa equipa, é algo que realmente não fui programada para entender.
Mas se há algo que realmente nunca vou entender é a passividade com que certas pessoas fazem o dia a dia e se deixam "enxovalhar" sem sequer fazer cara de desagrado, mas conseguem discutir, gritar e chamar nomes a televisões, rádios, jogadores e árbitros ou mesmo amigos ou desconhecidos apoiantes de outras equipas.
Isto como é óbvio é mais um desabafo, mas não deixa de ser uma opinião.
Claro que todos temos direito à nossa opinião, mas por favor não me venham dizer que só estão a apoiar uma equipa!
E já agora, fazer uma "lavagem cerebral" às crianças pequenas que ainda nem entendem o que é o desporto, para que sejam desta ou daquela equipa, fazê-los sócios com dias de vida (o qual na minha opinião não devia ser permitido), ou levá-los a estádios onde se podem perder, ou magoar, ou ficar intoxicados com a quantidade de fumos que sai das bancadas é próprio de pessoas que não sabe pôr a segurança e bem-estar de uma criança a cima do seu fanatismo!
N.A.: Para quem se sinta insultado, não foi escrito com essa intenção. Mas deveria pensar porquê se sente insultado!
No dia a dia, não penso muito no assunto, mas o fanatismo desportivo, nos chamados dias de "jogos importantes" é coisa que chega mesmo a irritar-me!
Não gosto do desporto de competição, e em competições que envolvem muito dinheiro, tenho sérias duvidas que este não dite os resultados.
E se há coisa que não gosto mesmo do fanatismo é o facto de cegar as pessoas de tal forma, que chega a ser ridículo. O que inevitavelmente pode levar a situações, como perder uma amizade, gastar uma quantia absurda de dinheiro (que às vezes era destinado a coisas mais importantes), ou perder o nascimento de um filho.
Festejar uma vitória ou chorar uma derrota como se se tratasse da vida pessoal, condicionar a vida de acordo aos jogos ou agenda desportiva de uma equipa, só porque apoiamos essa equipa, é algo que realmente não fui programada para entender.
Mas se há algo que realmente nunca vou entender é a passividade com que certas pessoas fazem o dia a dia e se deixam "enxovalhar" sem sequer fazer cara de desagrado, mas conseguem discutir, gritar e chamar nomes a televisões, rádios, jogadores e árbitros ou mesmo amigos ou desconhecidos apoiantes de outras equipas.
Isto como é óbvio é mais um desabafo, mas não deixa de ser uma opinião.
Claro que todos temos direito à nossa opinião, mas por favor não me venham dizer que só estão a apoiar uma equipa!
E já agora, fazer uma "lavagem cerebral" às crianças pequenas que ainda nem entendem o que é o desporto, para que sejam desta ou daquela equipa, fazê-los sócios com dias de vida (o qual na minha opinião não devia ser permitido), ou levá-los a estádios onde se podem perder, ou magoar, ou ficar intoxicados com a quantidade de fumos que sai das bancadas é próprio de pessoas que não sabe pôr a segurança e bem-estar de uma criança a cima do seu fanatismo!
N.A.: Para quem se sinta insultado, não foi escrito com essa intenção. Mas deveria pensar porquê se sente insultado!
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