Para quem não sabe, este é o titulo de um livro que tenho desde muito pequena, escrito por Richard Bach, que também escreveu outros livros que gosto muito.
Mas este em específico, é o que penso e recordo mais vezes.
Talvez pela mensagem que dá, talvez porque a minha mãe está longe, talvez para poder pensar que afinal não estamos tão longe.
Quando estava a planear o meu casamento, uma das questões foi:
Quem iríamos convidar?
Mas só havia duas pessoas que eu realmente queria comigo na cerimónia de casamento: o meu irmão e a minha mãe.
Por diferentes motivos, nem um nem o outro poderiam estar presentes.
Gosto de pensar que de certa forma, tanto um como outro estavam comigo.
O meu anjinhos vai fazer 3 anos em Julho (Já?? Não pode ser!) e infelizmente a minha mãe ainda não o viu pessoalmente, é algo que me incomoda muito, especialmente porque a minha mãe perdeu um filho e sei que lhe faria bem partilhar um pouco com o neto, mas para meu desgosto a tele-transportação ainda não foi descoberta ou inventada, as viagens de avião são caras ainda mais para quem trabalha e tem que fazer uma viagem tão grande, gastar uma quantia dolorosa de dinheiro para depois acabar tudo em 2 ou 3 semanas.
Por isso este livro, acaba sempre por invadir o meu pensamento, naqueles dias em que as saudades apertam.
“Overcome space, and all we have left is Here. Overcome time, and all we have left is Now.
And in the middle of Here and Now, don’t you think that we might see each other once or twice?”
― Richard Bach, Jonathan Livingston Seagull
Um cantinho, escondido mas à vista de todos, para ser eu: mulher, mãe, filha, amiga. Um cantinho de opiniões, historias, crónicas, pensamentos.
sábado, 9 de maio de 2015
terça-feira, 5 de maio de 2015
A aventura de amamentar
Este é um daqueles temas em que as opiniões estão muito divididas.
Há quem ache que é fácil e maravilhoso, há quem tenha tido muitas dificuldades e desistiu, há quem tenha persistido apesar das dificuldades, há quem infelizmente nem tenha tentado. É bastante comum a opinião de que é importante, no entanto poucas são as que o consideram fundamental.
Como já disse antes, acho de uma grande importância, e considero que todas as mães deveriam pelo menos tentar, mas fazer um esforço real, e não só aquela tentativa de: "pelo menos não dirão que não tentei!"
Mas a minha opinião já a tinha dado (aqui), agora vou deixar o meu testemunho.
Tenho o peito muito pequeno, e ainda existe aquele mito de que "peito pequeno não tem leite", por isso quando engravidei tive receio de não ter suficiente, mas algumas semanas antes de dia previsto para o nascimento do meu filho, comecei a ter colostro, o que me deixou com esperança.
Na minha gravidez fui seguida unicamente pelo SNS (nunca fui mal tratada nem negligenciada, mas a informação, a menos que perguntemos, não é muita) e infelizmente ninguém me avisou ou informou praticamente nada acerca da amamentação.
Na altura do parto apesar de ter colostro o meu menino não vinha com muita fome e infelizmente também não vêm ensinados a mamar, eu como mãe de primeira viagem, apesar de ter lido algumas coisas e ter a ajuda (apressada) de uma que outra enfermeira, também não entendia muito do assunto.
Então no dia que se deu a subida do leite, foi o caos total!
O meu bebe, nesses primeiros dias mamava 5 minutos (se tanto) e adormecia, era difícil mantê-lo acordado, o peito estava cada vez mais cheio, mas como quase não havia saída de leite, ia acumulando e fazendo caroços, porque o meu menino não dava vazão. Tentei tirar algum com uma bomba, mas se saiam algumas gotinhas era com muito esforço, e ninguém me ajudava.
Por azar (ou sorte) o meu filho teve que ficar internado mais tempo do normal, por ter icterícia, eu fiquei também porque havia camas suficientes.
Foi uma sorte ter lá estado, houve uma noite que já estava desesperada, com a bomba não saia nada, o bebe não estava comigo por estar a fazer foto-terapia e quando estava comia muito pouco. Tinha o peito duro, quente, encaroçado e as dores no limite do suportável. Apareceu uma enfermeira por volta da meia-noite e viu o meu desespero e dor (choro com facilidade) e foi um anjo, porque não me deixou até que conseguimos entre as duas desencaroçar o peito, e ensinou-me como tinha que fazer se voltasse a acontecer o mesmo, não sei quantas horas esteve comigo, mas foi incansável, e apesar que não recordo o seu nome, lhe estou muito agradecida.
Depois em conversa com a minha médica de família percebi que estive quase a desenvolver uma mastite que na pior das hipóteses me teria levado a ter que secar o leite, ou tirar e deitar fora pelos antibióticos que teria de tomar.
No decorrer dos 5 meses e meio que dei peito em exclusivo ao meu filho tive dias bons e dias maus, e não dei os 6 meses recomendados pela OMS, porque entre os 4 e os 5 meses perdeu 30 gramas de peso (ficava tão desesperado quando nos via comer, que rejeitava o peito).
Para quem não sabe e não está preparado, não é fácil.
Mas eu sou das que acha que é sempre maravilhoso, por mais difícil que seja!
Acho lamentável que tanta gente continue a considerar o leite materno prescindível, a acreditar que existe "leite fraco", e que exista tão pouca ajuda e informação!
Há quem ache que é fácil e maravilhoso, há quem tenha tido muitas dificuldades e desistiu, há quem tenha persistido apesar das dificuldades, há quem infelizmente nem tenha tentado. É bastante comum a opinião de que é importante, no entanto poucas são as que o consideram fundamental.
Como já disse antes, acho de uma grande importância, e considero que todas as mães deveriam pelo menos tentar, mas fazer um esforço real, e não só aquela tentativa de: "pelo menos não dirão que não tentei!"
Mas a minha opinião já a tinha dado (aqui), agora vou deixar o meu testemunho.
Tenho o peito muito pequeno, e ainda existe aquele mito de que "peito pequeno não tem leite", por isso quando engravidei tive receio de não ter suficiente, mas algumas semanas antes de dia previsto para o nascimento do meu filho, comecei a ter colostro, o que me deixou com esperança.
Na minha gravidez fui seguida unicamente pelo SNS (nunca fui mal tratada nem negligenciada, mas a informação, a menos que perguntemos, não é muita) e infelizmente ninguém me avisou ou informou praticamente nada acerca da amamentação.
Na altura do parto apesar de ter colostro o meu menino não vinha com muita fome e infelizmente também não vêm ensinados a mamar, eu como mãe de primeira viagem, apesar de ter lido algumas coisas e ter a ajuda (apressada) de uma que outra enfermeira, também não entendia muito do assunto.
Então no dia que se deu a subida do leite, foi o caos total!
O meu bebe, nesses primeiros dias mamava 5 minutos (se tanto) e adormecia, era difícil mantê-lo acordado, o peito estava cada vez mais cheio, mas como quase não havia saída de leite, ia acumulando e fazendo caroços, porque o meu menino não dava vazão. Tentei tirar algum com uma bomba, mas se saiam algumas gotinhas era com muito esforço, e ninguém me ajudava.
Por azar (ou sorte) o meu filho teve que ficar internado mais tempo do normal, por ter icterícia, eu fiquei também porque havia camas suficientes.
Foi uma sorte ter lá estado, houve uma noite que já estava desesperada, com a bomba não saia nada, o bebe não estava comigo por estar a fazer foto-terapia e quando estava comia muito pouco. Tinha o peito duro, quente, encaroçado e as dores no limite do suportável. Apareceu uma enfermeira por volta da meia-noite e viu o meu desespero e dor (choro com facilidade) e foi um anjo, porque não me deixou até que conseguimos entre as duas desencaroçar o peito, e ensinou-me como tinha que fazer se voltasse a acontecer o mesmo, não sei quantas horas esteve comigo, mas foi incansável, e apesar que não recordo o seu nome, lhe estou muito agradecida.
Depois em conversa com a minha médica de família percebi que estive quase a desenvolver uma mastite que na pior das hipóteses me teria levado a ter que secar o leite, ou tirar e deitar fora pelos antibióticos que teria de tomar.
No decorrer dos 5 meses e meio que dei peito em exclusivo ao meu filho tive dias bons e dias maus, e não dei os 6 meses recomendados pela OMS, porque entre os 4 e os 5 meses perdeu 30 gramas de peso (ficava tão desesperado quando nos via comer, que rejeitava o peito).
Para quem não sabe e não está preparado, não é fácil.
Mas eu sou das que acha que é sempre maravilhoso, por mais difícil que seja!
Acho lamentável que tanta gente continue a considerar o leite materno prescindível, a acreditar que existe "leite fraco", e que exista tão pouca ajuda e informação!
quinta-feira, 30 de abril de 2015
Justo para quem?
Isto do aborto tem muito que se lhe diga, e regra geral é algo com o qual não concordo, mas também acho que cada mulher tem direito a escolher o que quer fazer (e viver com as consequências dessa escolha).
Mas o "regra geral" não abarca todas as situações, por isso existe a exceção (ou várias).
Este é um caso muito delicado mas é com certeza uma exceção, e acho que é quase impossível tomar uma decisão justa neste caso, será sempre injusto.
Falo do caso da menina de 12 anos gravida de 5 meses por violação.
Ao contrario do que muitos pensam o feto sente dor, e como tal merece ter direito à vida, mas uma criança (de 12 anos) não merece passar por um parto (ou cesariana) nem merece ter um filho que não pediu, seja que ela fique ou não com o bebe, vai sempre ter consciência que teve um filho com 12 anos, e vai ser sempre uma lembrança viva do que ela passou.
Mas infelizmente uma decisão tem que ser tomada, e neste caso será o menor de dois males.
Neste caso apesar de não concordar com o aborto, tenho que concordar com a decisão tomada (ver noticia aqui), mas não acho justo e é muito triste pensar que qualquer que fosse a decisão ambas crianças saíram a perder.
Mas o "regra geral" não abarca todas as situações, por isso existe a exceção (ou várias).
Este é um caso muito delicado mas é com certeza uma exceção, e acho que é quase impossível tomar uma decisão justa neste caso, será sempre injusto.
Falo do caso da menina de 12 anos gravida de 5 meses por violação.
Ao contrario do que muitos pensam o feto sente dor, e como tal merece ter direito à vida, mas uma criança (de 12 anos) não merece passar por um parto (ou cesariana) nem merece ter um filho que não pediu, seja que ela fique ou não com o bebe, vai sempre ter consciência que teve um filho com 12 anos, e vai ser sempre uma lembrança viva do que ela passou.
Mas infelizmente uma decisão tem que ser tomada, e neste caso será o menor de dois males.
Neste caso apesar de não concordar com o aborto, tenho que concordar com a decisão tomada (ver noticia aqui), mas não acho justo e é muito triste pensar que qualquer que fosse a decisão ambas crianças saíram a perder.
segunda-feira, 27 de abril de 2015
Coisas que não entendo!
O fanatismo, já seja por uma pessoa, um grupo, um clube, um partido, ou mesmo o religioso, é algo que não entendo, e como não entendo faz-me confusão.
No dia a dia, não penso muito no assunto, mas o fanatismo desportivo, nos chamados dias de "jogos importantes" é coisa que chega mesmo a irritar-me!
Não gosto do desporto de competição, e em competições que envolvem muito dinheiro, tenho sérias duvidas que este não dite os resultados.
E se há coisa que não gosto mesmo do fanatismo é o facto de cegar as pessoas de tal forma, que chega a ser ridículo. O que inevitavelmente pode levar a situações, como perder uma amizade, gastar uma quantia absurda de dinheiro (que às vezes era destinado a coisas mais importantes), ou perder o nascimento de um filho.
Festejar uma vitória ou chorar uma derrota como se se tratasse da vida pessoal, condicionar a vida de acordo aos jogos ou agenda desportiva de uma equipa, só porque apoiamos essa equipa, é algo que realmente não fui programada para entender.
Mas se há algo que realmente nunca vou entender é a passividade com que certas pessoas fazem o dia a dia e se deixam "enxovalhar" sem sequer fazer cara de desagrado, mas conseguem discutir, gritar e chamar nomes a televisões, rádios, jogadores e árbitros ou mesmo amigos ou desconhecidos apoiantes de outras equipas.
Isto como é óbvio é mais um desabafo, mas não deixa de ser uma opinião.
Claro que todos temos direito à nossa opinião, mas por favor não me venham dizer que só estão a apoiar uma equipa!
E já agora, fazer uma "lavagem cerebral" às crianças pequenas que ainda nem entendem o que é o desporto, para que sejam desta ou daquela equipa, fazê-los sócios com dias de vida (o qual na minha opinião não devia ser permitido), ou levá-los a estádios onde se podem perder, ou magoar, ou ficar intoxicados com a quantidade de fumos que sai das bancadas é próprio de pessoas que não sabe pôr a segurança e bem-estar de uma criança a cima do seu fanatismo!
N.A.: Para quem se sinta insultado, não foi escrito com essa intenção. Mas deveria pensar porquê se sente insultado!
No dia a dia, não penso muito no assunto, mas o fanatismo desportivo, nos chamados dias de "jogos importantes" é coisa que chega mesmo a irritar-me!
Não gosto do desporto de competição, e em competições que envolvem muito dinheiro, tenho sérias duvidas que este não dite os resultados.
E se há coisa que não gosto mesmo do fanatismo é o facto de cegar as pessoas de tal forma, que chega a ser ridículo. O que inevitavelmente pode levar a situações, como perder uma amizade, gastar uma quantia absurda de dinheiro (que às vezes era destinado a coisas mais importantes), ou perder o nascimento de um filho.
Festejar uma vitória ou chorar uma derrota como se se tratasse da vida pessoal, condicionar a vida de acordo aos jogos ou agenda desportiva de uma equipa, só porque apoiamos essa equipa, é algo que realmente não fui programada para entender.
Mas se há algo que realmente nunca vou entender é a passividade com que certas pessoas fazem o dia a dia e se deixam "enxovalhar" sem sequer fazer cara de desagrado, mas conseguem discutir, gritar e chamar nomes a televisões, rádios, jogadores e árbitros ou mesmo amigos ou desconhecidos apoiantes de outras equipas.
Isto como é óbvio é mais um desabafo, mas não deixa de ser uma opinião.
Claro que todos temos direito à nossa opinião, mas por favor não me venham dizer que só estão a apoiar uma equipa!
E já agora, fazer uma "lavagem cerebral" às crianças pequenas que ainda nem entendem o que é o desporto, para que sejam desta ou daquela equipa, fazê-los sócios com dias de vida (o qual na minha opinião não devia ser permitido), ou levá-los a estádios onde se podem perder, ou magoar, ou ficar intoxicados com a quantidade de fumos que sai das bancadas é próprio de pessoas que não sabe pôr a segurança e bem-estar de uma criança a cima do seu fanatismo!
N.A.: Para quem se sinta insultado, não foi escrito com essa intenção. Mas deveria pensar porquê se sente insultado!
sábado, 25 de abril de 2015
Qual prostituta de esquina!
Vamos lá opinar um tema que anda na boca de todos.
As greves nos transportes!
As greves são o direito dos trabalhadores, e com o qual concordo, de reclamar as condições ou mudanças que os afectam.
O problema está quando os direitos de uns interferem com os direitos dos outros.
Qualquer pessoa, aceita e entende a necessidade de existirem as greves, e procura outro meio de chegar onde tem que chegar.
Mas quando a situação se repete varias vezes no mesmo mês, para alguém que tem que ir trabalhar, que perde um dia de ordenado se não o fizer, que pagou o passe para o mês e acaba por ter que arranjar outra solução não uma, nem duas mas ás vezes três vezes no mesmo mês, é ridículo, e de uma total falta de respeito, pelos direitos dos outros.
Penso, e não estou totalmente dentro do assunto, mas mesmo assim penso, que se as 30.000 greves dos últimos anos, não têm levado a nada útil, também penso que, mais que afectar a empresa ou o empregador, afectam os utentes, e continuou a pensar que mais que lutar por um direito, dá a estes trabalhadores um dia extra de folga que provavelmente vai ser pago.
Isto é muito injusto, porque utilizar as greves, que são um direito justo dos trabalhadores, como uma qualquer prostituta que encontramos na esquina, e tirar-lhe toda a dignidade que tem, para, no fundo, brincar com os direitos dos realmente afectados, não só mostra uma falta de respeito pelos outros, mas também pelo que é a democracia e pelas pessoas que lutaram para que os trabalhadores tivessem direito às greves.
E para os Sres. Sindicalistas, deixem de lado os vossos interesses pessoais, e mostrem um bocadinho de vergonha e respeito . . .
As greves nos transportes!
As greves são o direito dos trabalhadores, e com o qual concordo, de reclamar as condições ou mudanças que os afectam.
O problema está quando os direitos de uns interferem com os direitos dos outros.
Qualquer pessoa, aceita e entende a necessidade de existirem as greves, e procura outro meio de chegar onde tem que chegar.
Mas quando a situação se repete varias vezes no mesmo mês, para alguém que tem que ir trabalhar, que perde um dia de ordenado se não o fizer, que pagou o passe para o mês e acaba por ter que arranjar outra solução não uma, nem duas mas ás vezes três vezes no mesmo mês, é ridículo, e de uma total falta de respeito, pelos direitos dos outros.
Penso, e não estou totalmente dentro do assunto, mas mesmo assim penso, que se as 30.000 greves dos últimos anos, não têm levado a nada útil, também penso que, mais que afectar a empresa ou o empregador, afectam os utentes, e continuou a pensar que mais que lutar por um direito, dá a estes trabalhadores um dia extra de folga que provavelmente vai ser pago.
Isto é muito injusto, porque utilizar as greves, que são um direito justo dos trabalhadores, como uma qualquer prostituta que encontramos na esquina, e tirar-lhe toda a dignidade que tem, para, no fundo, brincar com os direitos dos realmente afectados, não só mostra uma falta de respeito pelos outros, mas também pelo que é a democracia e pelas pessoas que lutaram para que os trabalhadores tivessem direito às greves.
E para os Sres. Sindicalistas, deixem de lado os vossos interesses pessoais, e mostrem um bocadinho de vergonha e respeito . . .
quinta-feira, 23 de abril de 2015
1 mês
Não quero ser daquelas pessoas que festejam todas as datas e mais algumas.
Mas o primeiro mês merece ser festejado. Porque é o primeiro e o primeiro é sempre importante, porque até acho que me tenho portado bem. Porque ainda não perdi a inspiração nem a vontade de escrever (tenho a tendência a ser um pouco inconstante nos meus projectos). Porque num mês já me visitaram 380 vezes (não sei se é muito ou pouco e penso que umas quantas são minhas). E porque realmente escrever aqui é algo que estou a gostar muito.
Agradeço a todos (mesmo que poucos), os que se dão ao trabalho de me vir ler, são sempre muito bem vindos, e podem trazer os amigos, cabemos todos! Já disse antes, mas é realmente um privilégio que me venham ler.
Voltem sempre!
Mas o primeiro mês merece ser festejado. Porque é o primeiro e o primeiro é sempre importante, porque até acho que me tenho portado bem. Porque ainda não perdi a inspiração nem a vontade de escrever (tenho a tendência a ser um pouco inconstante nos meus projectos). Porque num mês já me visitaram 380 vezes (não sei se é muito ou pouco e penso que umas quantas são minhas). E porque realmente escrever aqui é algo que estou a gostar muito.
Agradeço a todos (mesmo que poucos), os que se dão ao trabalho de me vir ler, são sempre muito bem vindos, e podem trazer os amigos, cabemos todos! Já disse antes, mas é realmente um privilégio que me venham ler.
Voltem sempre!
quarta-feira, 22 de abril de 2015
A importância do titulo
Isto de ter um blogue não é tão simples como parece!
É uma constante atenção a tudo o que nos rodeia, procurar inspiração no dia-a-dia.
Escrever as coisas de forma clara, tentar que sejam divertidas ou no mínimo interessantes.
Dar a conhecer um pouco de nós mesmos, sem perder a privacidade (no meu caso).
Perceber um pouco de imagem e não usar cores que ferem os olhos, ou letras brancas num fundo amarelo.
E escolher um titulo que chame a atenção!
Acho que não sou muita boa com os títulos.
Mas só notei isso agora quando vou vendo as estatísticas, quantos lêem o blogue (sou débil, gosto de saber que sou lida, e é um privilégio saber que alguém se dá ao trabalho), quais os post´s mais lidos.
E a conclusão que cheguei é realmente que os de títulos mais chamativos, têm mais visualizações.
Tenho que melhorar.
Nota do autor: Quem quiser já pode gostar dos post´s, no fim de cada um tem essa funcionalidade.
É uma constante atenção a tudo o que nos rodeia, procurar inspiração no dia-a-dia.
Escrever as coisas de forma clara, tentar que sejam divertidas ou no mínimo interessantes.
Dar a conhecer um pouco de nós mesmos, sem perder a privacidade (no meu caso).
Perceber um pouco de imagem e não usar cores que ferem os olhos, ou letras brancas num fundo amarelo.
E escolher um titulo que chame a atenção!
Acho que não sou muita boa com os títulos.
Mas só notei isso agora quando vou vendo as estatísticas, quantos lêem o blogue (sou débil, gosto de saber que sou lida, e é um privilégio saber que alguém se dá ao trabalho), quais os post´s mais lidos.
E a conclusão que cheguei é realmente que os de títulos mais chamativos, têm mais visualizações.
Tenho que melhorar.
Nota do autor: Quem quiser já pode gostar dos post´s, no fim de cada um tem essa funcionalidade.
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